31/05/2011

Sobre Legend e Monstros

Mesmo sem Cee Lo Green, o Urban Music Festival rolou no último domingo em SP. Confesso que fiquei bem chateada com o a ausência do cara do Gnarls Barkley.  Voz incrível, mas ali com Tim Maia no quesito comprometimento com o público: zero. Cee Lo, dedico sua música a vc, “Forget You”(pra não dizer a versão extra official, F#*@ You). 

O que importa é que a atração que me motivou a enfrentar os poucos graus celsius que congelou a cidade na noite de domingo, compareceu radiante, quente: Mr. John Legend (uhuuuuuul!).  Esperto que só, Legend levou a banda The Roots. Groove de primeira, com gostinho de Marvin Gaye e Stevie Wonder.

Todo esse preâmbulo para dizer que não, não vou falar dos hits PDA (We just don’t care)”ou “Save a Room”. Me chamou atenção o fato de Legend ter cantado “Wake up”, da banda indie canadense Arcade Fire.
Eles podem ser apavorantes e fofos.

30/05/2011

Um cantinho, um violão.


O Rio de Janeiro continua lindo, charmoso, apaixonante, mágico. Claro que a gente sabe (e vê) que está muito longe da perfeição. Sim, tem a violência, tem a pobreza, tem a sujeira. Mas também tem aquele algo que só o Rio tem. E só quem vai ao Rio entende. E já que não vai dar para explicar esse feitiço carioca com palavras, vamos apelar para as músicas. Playlist de segunda-feira dedicada à cidade mais cantada e encantada de todos os tempos.

25/05/2011

Palavras Fortes

Eu estava passando lápis de olho e minha amiga fez uma observação:
- Até para se maquiar você escreve com força.
É verdade. Sempre escrevi com força. E essa afirmação me fez refletir sobre a óbvia (mas coerente) metáfora. Eu escrevo forte todos os aspectos da minha vida.


Assim como, desde a escola, o que escrevia no caderno marcava com força as páginas seguintes, a maneira forte como escrevo a história da minha vida não só é impossível de ser apagada como também vai me acompanhando, por mais que eu vire a página. Então eu viro a página sim, mas escrevo novas histórias em cima daquelas que não sumiram. Que me marcaram profunda e definitivamente o caderno da alma.

18/05/2011

Filminho feliz em cartaz.

Dica pra quem curte bobagens com efeito relaxante. 
De vez em quando tudo o que a gente mais quer é um cineminha sem mensagem cabeçuda, nada de conteúdo reflexivo, nada de programa top cult.
O filme L'arnacoeur, no Brasil com título (uó!) “Como arrasar um coração”, traz o óóótemo Romain Duris (albergue espanhol e bonecas russas) duelando com a garota chanel Vanessa Paradis (sim, ela mesma! “vou de táxi tchururu”, relembre aqui).

17/05/2011

Pílula de 140.



Discussão de relacionamento, bronca, discurso de agradecimento, lição de moral. Tudo isso deveria vir em tweet: no máximo 140 caracteres.

16/05/2011

Soneto Beijado



Dois lábios se encontram ferozes
Mas do encontro não sai briga
O que sai é saliva e língua
E gemidos, em vez de vozes

13/05/2011

Sexta-feira 13.

Azar, coisíssima nenhuma. Com os detalhes fashion e a playlist que nós preparamos para a sexta-feira 13, esse promete ser um dia cheio de sorte.

12/05/2011

Musiquinha para adocicar nossos dias.

Conheci a banda folk americana She&Him em 500 Days of summer, que eu já havia falado nesse post aquiPois então! A banda faz parte da trilha com um cover do The Smiths e a vocalista (linda de chorar!) Zooey Deschanel é protagonista do filme.

09/05/2011

06/05/2011

Mais Kahlo do que Frida

Eu sou uma daquelas pessoas que não sabem desenhar a letra “O” com o copo. Lembro de uma vez que participei de um concurso de desenhos. Eu tinha 9 anos e estava de férias em Porto Seguro. Não me fiz de rogada e rabisquei meus bonecos de palito (sim, aqueles rabiscos infames de quem não sabe desenhar). E não é que eu ganhei o tal concurso? Mas ganhei na lábia, não pelo talento. Saí batendo de porta em porta pedindo votos e acho que ali esgotei minha cota de cara de pau para essa encarnação. Após essa experiência, me limitei a tarefa de apenas apreciar a primeira, a segunda... a sétima arte (especialmente esta), enfim, todas as artes.

Mas sempre é tempo de voltar atrás em algumas resoluções. Dia desses, perambulando pelo Ibirapuera, me deparei com uma exposição de estampas. Tecidos lindíssimos, do chão ao teto, ultra coloridos e hipinotizantes. A exposição em questão é da artista Mônica Nador.

05/05/2011

03/05/2011

Sweet Big Sixteen

Achados e Perdidos,

A gente sempre comemora cada pico de visitação alcançado e enrolamos quando o assunto é dividir com vocês. O fato é que já ultrapassamos os 16 mil views (viva!) e resolvemos retribuir com um post de agradecimento a vocês leitores, assíduos ou não, que nos seguem, comentam, riem, se emocionam, discordam, se identificam, compartilham e tudo mais o que uma relação precisa para ser cultivada.

02/05/2011

Explicando o que não tem explicação.

É uma colinha que gruda do seu lado quem não está do seu lado.
É querer passar mais tempo com o olho fechado do que aberto.
É uma vontade de só dizer “ai, ai”.
É um trator compressor passando por cima do coração.
É uma lágrima que sai do peito, mas não chega no olho, e fica presa na garganta.
É a impossibilidade total de manter a cabeça e o corpo no mesmo lugar.