Mostrando postagens com marcador Uma coisa leva a outra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Uma coisa leva a outra. Mostrar todas as postagens

28/09/2011

Anos Incríveis

"Eu sofro bullying...no amor!"


Eu JURO que ouvi essa frase um dia desses. Quer cair pra trás? A declarante tinha apenas 12 anos. Não, você não vai ouvir falar de bullying aqui. Keep  calm and keep reading.

O que me surpreendeu foi ter uma reação tipicamente adulta, tipo “oh, que bonitinha!”. Mas bastaram 5 minutos para fazer uma varredura em minhas gavetas internas e relembrar vivamente de tudo que passei nessa fase  8-80, melancólica, frio na barriga, desesparadora, essencialmente hiperbólica…com vocês ela, a pré adolescência.

Tá achando que é fácil ter 11 anos?







13/07/2011

All You Need is Rock

Hey, Ho, Let's go! Hoje é o dia internacional do Rock'n Roll. Você sabe o motivo? A gente também não. Não que fosse difícil descobrir, bastava apelar para o Santo Google. Mas deu preguiça. Deu vontade mesmo foi de ouvir rock, ler rock, rir com o rock. We know, it's only Rock'n Roll... but we like it.





Para abrir o post com chave de ouro (e direito a muitos risos), um fato real escrito pelo melhor cronista de Rock'n Roll dos últimos tempos. Com vocês, Ricardo Cury (e os Dead Billies tocando fogo na Babilônia!).

31/05/2011

Sobre Legend e Monstros

Mesmo sem Cee Lo Green, o Urban Music Festival rolou no último domingo em SP. Confesso que fiquei bem chateada com o a ausência do cara do Gnarls Barkley.  Voz incrível, mas ali com Tim Maia no quesito comprometimento com o público: zero. Cee Lo, dedico sua música a vc, “Forget You”(pra não dizer a versão extra official, F#*@ You). 

O que importa é que a atração que me motivou a enfrentar os poucos graus celsius que congelou a cidade na noite de domingo, compareceu radiante, quente: Mr. John Legend (uhuuuuuul!).  Esperto que só, Legend levou a banda The Roots. Groove de primeira, com gostinho de Marvin Gaye e Stevie Wonder.

Todo esse preâmbulo para dizer que não, não vou falar dos hits PDA (We just don’t care)”ou “Save a Room”. Me chamou atenção o fato de Legend ter cantado “Wake up”, da banda indie canadense Arcade Fire.
Eles podem ser apavorantes e fofos.

27/04/2011

A vida é tão rara

Quando eu tinha uns 8 anos ficava impressionada com a capacidade que minha mãe tinha de dormir depois do almoço. Como era possível se ela tinha dormido a noite INTEIRA? Aquilo não entrava na minha cabeça. Eu queria sair, ir pro cinema, pra praia, pra vida e ela ali me pedindo 1 horinha. Para mim era 1 hora, 60 minutos, 3.600 longos segundos. Eu podia ler, assistir sessão da tarde, ir pro ballet, demorar horas montando a casa da Barbie (para em seguida cansar e desistir da brincadeira), ir pro inglês, pular elástico, brigar com a vizinha, fazer as pazes...chegava o Natal, mas não dava 8 da noite. E por minha mãe ela continuava dormindo enquanto eu cumpria minha saga de serotonina disfarçada de criança.

E tudo o que eu quero hoje é tempo...


12/04/2011

Black is Beautiful

Segundo Willie Dixon, americano do Mississipi, cantor/compositor/baixista/produtor/mil e uma utilidades, a primeira vez que uma menina tirou a calcinha e jogou no palco foi por causa de um cara tocando blues (não, Wando, esse título não é seu). Pois é, caro leitor, foi preciso muito bluseiro, folk e jazzman pra fazer esticar o lençol da cama que Mick Jagger se esbaldou. Como assim? Calma, vamos dar um rewind nessa história.

Chicago, 1941: Len Chess, judeu em busca de um negócio rentável (tchan!) e Muddy Waters,  voz poderosa e talento pra dar e vender. Do (abençoado) encontro surgiu a Chess Records, pioneira e lendária gravadora de música negra, bem antes da Motown sonhar em nascer. Amostra do portifolio da Chess: Chuck Berry, Etta James, Little Walter, Buddy Guy e o próprio Muddy Waters. Tá bom pra vocês?

11/03/2011

John vs Lennon

Eu me interesso enormemente por assuntos de bastidores, pelo lado B, pelas curiosidades (quem leu os posts sobre o serendipitoso Gay Talese e o produtor-galã Bob Evans já deve ter percebido isso). Pois são justamente essas nuances que orbitam em torno de uma pessoa ou fato que os tornam mais interessantes.
Se você gosta de John Lennon ou minimamente se interessa pelos Beatles deve assistir “O Garoto de Liverpool” e “Os EUA vs John Lennon”.
    John fresh + Lennon ativista = mesma essência

11/02/2011

Gay Talese, seu serendipitoso!

Uma coisa leva a outra*

Calma pessoas, não estou blasfemando ninguém! Mas antes de explicar o adjetivo complexo, deixe-me apresentar ele, Gay Talese. Esse cara surgiu na minha vida de uma maneira que particularmante gosto muito: através de um livro. E não passou disso, snif. Gay Talese é escritor e durante anos foi repórter do New Tork Times. Acompanhou de perto a eclosão da guerra do Vietnã, a morte de Kennedy, entre outros fatos marcantes da história norte americana. Mas voltemos ao adjetivo.

Serendipitoso. É assim que ele se auto define. A palavra dessa maneira abrasileirada é um fiasco. Ela vem do inglês serendipty, essa sim, uma palavra que eu amo, mas que não possui uma tradução direta para o português. O mais próximo que consigo chegar é "a capacidade de fazer boas descobertas por acaso". E esse talento Talese tem de sobra.
@Talese, o serendipitoso elegante

06/01/2011

Se Ache

Como ler nosso blog 


O Achadas e Perdidas tem várias “colunas”, “segmentos”, “tipos de posts” diferentes. Tudo assim, entre aspas, porque como boas perdidas que somos, não conseguimos definir ainda como chamar essas divisões. Mas aqui você encontra um pequeno resumo de cada uma delas. Para ir direto em tudo o que já foi postado de cada “departamento”, é só ir aos tags (canto direito da tela) e clicar onde mais te apetece.

#Licença para ser Má: Sim, nós somos pura positividade, ainda acreditamos na humanidade, somos a favor da sustentabilidade, paramos na faixa de pedestre, sonhamos com a paz mundial e separamos nosso lixo para reciclagem. Mas todo mundo tem seu lado escuro- e o nosso implora que o levemos para tomar um banho de sol de vez em quando. Em outras palavras: é nesse espaço que temos licença para ser má, muito má, má de malvada. E continuar sendo pessoas do bem fora dele. Hauahauahauahauah (risada de bruxa maligna).